Um dos empreendimentos imobiliários mais ambiciosos do interior de Minas Gerais acaba de anunciar uma novidade que vai além das estruturas físicas do projeto: o Península Três Marias, localizado na cidade de Três Marias, na região central do estado, terá uma frota de cinco aeronaves dedicadas exclusivamente ao transporte dos seus moradores.
A operação foi estruturada em parceria com a Flapper, empresa especializada em aviação de negócios, e vai conectar o empreendimento a quatro grandes centros urbanos. Os voos partirão dos aeroportos Campo de Marte, em São Paulo, da Pampulha, em Belo Horizonte, além de Brasília e Goiânia, com pousos e decolagens realizados no aeroporto municipal de Três Marias.
A frota será composta por um jato com capacidade para até oito passageiros, uma aeronave anfíbia com aptidão para operar tanto em pistas convencionais quanto em superfícies aquáticas e mais três aeronaves também configuradas para oito ocupantes. O modelo de uso foi pensado para funcionar de forma semelhante a um clube de aviação privada, em que os proprietários arcam apenas com os custos operacionais por assento em cada voo, como combustível e manutenção das aeronaves.
O empreendimento ocupa uma área superior a seis milhões de metros quadrados às margens da represa de Três Marias, no trecho em que o Rio São Francisco se expande pelo cerrado mineiro. O projeto prevê investimento total de R$ 400 milhões e Valor Geral de Vendas estimado em R$ 2 bilhões. As residências, chamadas de casas suspensas, terão até 800 metros quadrados e foram projetadas com foco na integração à paisagem do cerrado. Além da operação aérea, o Península Três Marias prevê marina para embarcações de grande porte, spa, haras, restaurantes e áreas culturais.

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